Centro Hospitalar

Diretor de Departamento: Prof. Doutor Fausto José Conceição Alexandre Pinto
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Diretor de Departamento: Prof. Doutor José Manuel Ferro
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Diretor de Departamento: Prof. Doutor Carlos Calhaz Jorge
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Diretor de Departamento: Prof. Doutor Luís António Marques da Costa

O Departamento de Oncologia do CHLN é composto por três serviços (Hematologia e Transplantação de Medula Óssea; Radioterapia; e Oncologia Médica) cuja principal missão é Tratar, Investigar, Formar e Evoluir. É composto por um quadro de profissionais que aliam o conhecimento e competência técnica à vontade de melhorar na prestação assistencial e nos conhecimentos médicos.
A investigação clínica e a colaboração com o IMM e a Faculdade de Medicina de Lisboa na investigação de translação e formação (pré e pós graduada) são marcas do carácter do Departamento que reconhece e assume a sua participação no que deve ser a vocação de um Hospital Universitário.
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Diretor: Prof.ª Ana Isabel Gouveia Costa Fonseca Lopes
Administrador Hospitalar: Dra. Dália Oliveira
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Diretor de Departamento: Prof.ª Doutora Maria Cristina Brito Eusébio Bárbara Prista Caetano
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Diretor de Departamento: Dr. João Miguel Ferreira Ribeiro
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{tab=Informação Geral}

Director do Departamento: Prof. Dr. João Coutinho
Administradora Hospitalar: Dra. Sandra Silveira
Enfermeira Supervisora: Enf. Carla Martins Ribeiro
Enfermeiras Chefes:
Enf. Helena Bernardes
Enf. Ana Emilia Guitana
Enf. Lurdes Nunes
Unidade de Cirurgia Geral
Responsável: Dr. Luís Miranda
Localização: HSM, Piso 5 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280
Unidade de Cirurgia Endócrina
Responsável: Dr. José Rocha
Localização: HSM, piso 5 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280
Unidade de Cirurgia Esofágo-gástrica
Responsável: Dr. José Paulo Freire
Localização: HSM, piso 5- elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280
Unidade de Cirurgia Colo-rectal
Responsável: Dr. Fernando Aldeia
Localização: HSM, piso 5 -elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280
Unidade de Cirurgia Hepatobilio-pancreática
Responsável: Prof. Dr. João Coutinho
Localizaçã: HSM, piso 5 -elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280 – ext.55279
Unidade da Cirurgia da Mama
Responsável: Dr. ª Natália Alves
Localização: HSM, piso 7 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805301
Unidade de Cirurgia da Obesidade
Responsável: Prof. Dr. João Coutinho
Localização: HSM, piso 5 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280
Unidade de Transplantação Renal
Responsável: Dr. Lucas Baptista
Localização: HSM, piso 7 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805301
Equipa Multidisciplinar de Medicina Peri-operatória
Responsável: Dr.ª Rosário Rosa
Localização: HSM, piso 5 - elevadores 7, 18 e 19
Contato: 217805280 – ext. 52553
Unidade de Cirurgia de Ambulatório (UCA-HPV)
Responsável: Dr.ª Jelena Cassiano Neves
Localização: HPV, piso 0
Contato: 217548268
Unidade de Cirurgia Experimental
Responsável: Prof. Dr. João Coutinho
Localização: HSM, piso 9 -- elevadores 9 e 10
Contato: 217805230
Contactos/Secretariado
e-mail: departamentodecirurgiageral@chln.min-saude.pt
Secretariado HSM - piso 5
Horário: 08.00 - 16.00horas
Contato: 217805280
Secretariado HSM - piso 7
Horário: 08.00 - 16.00horas
Contato: 217805301
Secretariado UCA-HPV
Horário: 07.30 - 16.30horas
Contato: 217548268
Unidade de Cirurgia Experimental
Horário: 08.00 - 16.00horas
Contato: 217805230
Arquívo
Horário: 08.00 - 17.00horas
Contato: 217805280 - Ext: 95448
Consulta Externa HSM
Localização: HSM, piso 1
Horário: 8.00-20.00 horas
Consulta Externa HPV
Localização: HPV, piso 0
Horário: 8.00-16.00 horas
Urgência Central
Localização: HSM, piso 1
Horário: 0.00-24.00horas todos os dias do ano.
Bloco Operatório Central I (HSM)
Localização: HSM, piso 5
Bloco Operatório Central II (HPV)
Localização: HPV, piso 0
Sala de Pequena Cirurgia
Localização: HSM, Serviço de Cirurgia Vascular, piso 4
{tab=Quem Somos}
O Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), a Faculdade de Medicina de Lisboa (FML) e o Instituto de Medicina Molecular (IMM), constituem o Centro Académico de Medicina de Lisboa (CAML), no qual se integra o Departamento de Cirurgia (DC).
O CAML criado em 2010, com o objectivo de: promover a dimensão académica, da qualificação da prática clínica, modernização e desenvolvimento da investigação, da educação médica e inovação das ciências da saúde em regime pré e pós graduado,
O CHLN, e a Clínica Universitária de Cirurgia desenvolvem a sua estratégia como compromisso de melhorar a saúde dos doentes e da população em geral, através da capacidade de prestação de cuidados assistenciais, educação e investigação.
O DC, presta cuidados de saúde aos adultos a partir dos 18 anos de idade.
É politica do Departamento, o incentivo a todos os grupos profissionais à formação, pré e pós graduada, com especial ênfase para o desenvolvimento de uma nova geração de médicos altamente qualificados, baseado numa prática clínica mais diferenciadac , numa investigação científica mais competitiva e num ensino académico mais exigente.
Os protocolos clínicos multidisciplinares adotados no DC, a forma de organização das equipas e a qualidade dos profissionais têm permitido obter excelentes resultados no diagnóstico e tratamento dos doentes oncológicos.
Reconhecendo a qualidade dos cuidados prestados, resultados obtidos e a competência dos seus profissionais, em 2016, o Departamento de Cirurgia obteve a credenciação pelo Ministro da Saúde como o Centro de Referência de Oncologia de Adultos para as seguintes áreas: Cancro do Esófago, Cancro do Reto e Cancro Hepatobilio-pancreático.
O DC possui ainda o estatuto de Centro de Tratamento Cirúrgico de Obesidade.
O Departamento está em processo de acreditação pela GDS de acordo com o modelo adoptado da Agencia de Calidad Santaria de Andalucia. Este processo é sentido como de melhoria, e deve ser um estímulo.
{tab=Missão e Valores}
O (DC) é uma unidade departamental de vocação académica, o que implica desde logo a existência de um grande volume assistencial, bem como o fornecimento de serviços de elevada diferenciação técnica e de obrigações na área de investigação clínica e do ensino da cirurgia.
Do ponto de vista estratégico, o DC considera, como principal linha de orientação para o seu desenvolvimento, a oferta de cuidados clínicos diferenciados e de elevada complexidade.
Ser um Departamento prestador de cuidados assistenciais de referência na área de Cirurgia Geral, pela prática de uma medicina de excelência, baseada no melhor estado da arte. Deste desiderato decorre a existência de três centros de referência de patologia oncológica: hepato-bilio-pancreática, do esófago e do recto.
Os valores do Departamento assentam em:
{tab=História do Departamento}
Desde a fundação do Hospital Santa Maria em 1953, até aos dias de hoje, foram muitas mudanças estruturais na área de cirurgia. Ao longo de décadas, numa lógica de rentabilização da capacidade instalada houve necessidade de agregação progressiva dos Serviços cirúrgicos existentes. Sendo um Hospital Universitário, estas alterações vieram ao encontro às necessidades das respetivas Cadeiras de Cirurgia da FML.
- Até 1993:
Propedêutica Cirúrgica
Clínica Cirúrgica
Patologia Cirúrgica
Medicina Operatória
- De 1993 – 2007
Propedêutica Cirúrgica (Cirurgia I)
Clínica Cirúrgica (Cirurgia II)
Patologia Cirúrgica (Cirurgia III)
- De 2007 – 2013
Cirurgia I e Transplantação
Cirurgia II
Com a criação do CHLN em 2010, o Serviço de Cirurgia Geral do HPV foi legalmente extinto, passando a ser designado como Unidade de Cirurgia Geral.
O Departamento de Cirurgia foi oficialmente criado em Junho de 2013, e resultou da fusão dos Serviços de Cirurgia I e Transplantação e Cirurgia II do Hospital de Santa Maria e a Unidade de Cirurgia Geral do Hospital Pulido Valente.
O processo de reorganização implicou a eliminação dos Serviços e da Unidade de Cirurgia, enquanto entidades autónomas, para dar lugar a um processo de departamentação. Foram criadas diferentes Unidades Funcionais que possibilitaram uma maior diferenciação clínica, cirúrgica para o tratamento de patologias específicas, bem como melhor organização gestionária e capacidade formativa.
{tab=Estrutura}
O Departamento de Cirurgia integra:
Apresentação - Consultas Multidisciplinar
{tab=Atividade Assistencial}
{tab=Atividade Formativa}
O Departamento conta atualmente com 30 docentes do CHLN e 23 de outros hospitais.
O Ensino pré-graduado engloba as cadeiras:
O Departamento é responsável pelo Ensino pós-graduado de Internos de:
{tab=Atividade de Investigação}
A Investigação tem sido, desde sempre uma das prioridades do Departamento de Cirurgia.
Projetos de Investigação atualmente em curso:
{tab=Qualidade}
A qualidade em saúde compreende prestação de cuidados acessíveis e equitativos, com um nível profissional ótimo, que tenha em conta os recursos disponíveis e potencie a adesão e satisfação dos utentes.
A melhoria continua da qualidade dos cuidados de saúde prestados aos cidadãos é um elemento primordial da estratégia da qualidade desenvolvida pelo SNS.
O Departamento de Cirurgia do CHLN desde sempre apostou na qualidade dos seus serviços e naturalmente considera a Melhoria da Qualidade como uma das suas prioridades.
A acreditação surge como a metodologia de trabalho, que favorece e impulsiona esses processos, de forma transversal, integrando todos os elementos do sistema.
O reconhecimento público da prestação de cuidados de saúde de qualidade com segurança e profissionalismo, de acordo com padrões internacionais, tem como objetivo ganhar, cada vez mais a confiança dos cidadãos. Por outro lado, promove o empenho voluntário de todos os profissionais dessa instituição na melhoria contínua dos cuidados que são prestados.
O processo de certificação é conduzido pelo Departamento da Qualidade na Saúde (DQS) da Direção-Geral da Saúde (DGS), tendo como marco de referência a Estratégia Nacional para a Qualidade na Saúde (Despacho n.º 5613/2015, de 24 de Junho) e os procedimentos documentados em vigor no DQS).
O Modelo Agencia de Calidad Sanitaria de Andalucía (ACSA) adoptado pela DGS como o modelo oficial de certificação para as instituições do SNS é atualmente visto como o mais indicado e assenta em três pilares: a gestão por processos, a gestão clinica e a gestão por competências dos vários níveis de prestação de cuidados de saúde.
Neste Modelo baseado no conceito de auditoria interpares utilizando a metodologia de autoavaliação são valorizados, em particular:
A acreditação da Unidade de saúde compreende o preenchimento de um conjunto de requisitos normativos agrupados em cinco blocos que constituem o Manual de Standards para a acreditação das Unidades de Gestão clínica.
Numa perspetiva da melhoria continua existem três níveis de acreditação, com complexidade e exigência progressiva (BOM; MUITO BOM; EXCELENTE). A própria instituição, através de processo de autoavaliação e a pós ter identificado o nível do cumprimento dos standards estipulados decide qual o nível de acreditação a que se propõe.
O Programa de acreditação está dividido em 4 fases:
Fase 1 – Candidatura à acreditação e visita de apresentação
Fase 2 – Autoavaliação
Fase 3 – Auditoria externa e relatório de cumprimento dos standards
Fase 4 – Acompanhamento e colaboração entre a Unidade de gestão e a equipa de Acreditação.
{tab=Documentos}
{/tabs}
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O GFIE é uma estrutura hierárquica e funcionalmente dependente da Direção de Enfermagem (DE), dotada de autonomia técnico-pedagógica que desenvolve as suas atividades no âmbito da formação contínua (vertentes individual, organizacional e profissional), da colaboração na formação inicial e pós-graduada dos enfermeiros e da investigação em Enfermagem.
Contribuir para o desenvolvimento do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN) através da promoção do desenvolvimento pessoal e profissional dos enfermeiros e de outros profissionais dependentes da Direção de Enfermagem, enquanto instrumento estratégico de uma gestão integrada de capacidades e competências.
- Definir, em colaboração com a Enfermeira Diretora, uma política de formação de âmbito multiprofissional (Enfermeiros e Assistentes Operacionais), em consonância com os objetivos e planos estratégicos da DE e da Organização, e adequada às necessidades formativas dos serviços e dos profissionais;
- Implementar as orientações e procedimentos decorrentes da política de formação em vigor;
- Adaptar continuamente os planos e os recursos, em função de diagnósticos, de aferições conjuntas com a estrutura dirigente e de desenvolvimentos organizacionais;
- Promover o desenvolvimento dos profissionais, fomentando melhorias no seu desempenho e potenciando a sua capacidade de adaptação à mudança, de autonomia, de inovação e de mobilização, em torno do desígnio da missão e dos projetos da DE e do CHLN;
- Colaborar na formação inicial e pós graduada de estudantes e enfermeiros, em articulação com os diferentes estabelecimentos de ensino de enfermagem;
- Promover o desenvolvimento da formação em serviço;
- Contribuir para uma socialização organizacional harmoniosa;
- Promover o desenvolvimento da investigação em Enfermagem.
O GFIE apoia-se na existência de uma estrutura funcional em cada um dos Pólos do CHLN (HPV e HSM), coordenada por um elemento da Direção de Enfermagem e na articulação continuada com o Centro de Formação.
Pólo HPV
Telefone: 217 548 252
Fax: 217 548 213
Correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Horário: 8h30mn – 17h30mn
Secretariado:
Ângela Duarte
Contacto: 217 548 250
Pólo HSM
Telefone: 217805224
Fax: 217805647
Correio eletrónico: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Horário: 8h – 17h
Secretariado:
Teresa Carreira
António Raposo
- Identificação das necessidades de formação dos enfermeiros e assistentes operacionais funcionalmente dependentes da DE;
- Elaboração dos planos e relatórios anuais de formação da DE;
- Organização da formação promovida pela DE;
- Operacionalização do Plano de Formação da DE, em articulação com o Centro de Formação do CHLN;
- Avaliação da satisfação da formação promovida pela DE, em articulação com o Centro de Formação do CHLN;
- Promoção da melhoria dos projetos formativos a curto/médio prazo;
- Validação dos Planos de Formação em Serviço colaborando na sua operacionalização, sempre que necessário;
- Colaboração com os estabelecimentos de ensino de enfermagem e outras instituições de ensino na formação inicial e pós-graduada de estudantes nomeadamente:
- Organização de atividades de formação contínua de caráter diversificado (cursos, conferências, palestras, jornadas, workshops, visitas de estudo, sessões de formação em serviço…);
- Divulgação de atividades de formação internas e externas;
- Organização, formalização e informação dos processos de concessão de dispensa para frequência de actividades de formação;
- Organização, formalização e informação dos processos de autorização para realização de estudos e trabalhos de investigação.
O principal instrumento de trabalho do GFIE é o Plano de Formação da DE, construído a partir dos objetivos estratégicos da Organização, da DE e da política de formação que lhe está subjacente e da identificação e hierarquização das necessidades de formação dos diversos grupos profissionais, em articulação com as chefias dos serviços, e com diversos órgãos e estruturas do CHLN.
Neste contexto, o GFIE possui os recursos e as competências específicas para desenvolver todos os domínios de intervenção: diagnóstico de necessidades, organização, promoção, execução e avaliação da formação.
A actividade do GFIE engloba um conjunto de programas e acções destinadas à aquisição, actualização e aperfeiçoamento de conhecimentos e competências.
Os quadros 1 e 2 integram a descrição das ações de formação destinadas a Enfermeiros e Assistentes Operacionais, contempladas no plano de formação do ano de 2012.
Plano de Formação da DE para 2012
|
Designação da Acção de Formação |
Destinatários |
Nº Horas |
Informação complementar |
|
Abordagem ao Doente com Ferida Crónica |
Enfermeiros |
38 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
A Comunicação no âmbito do Cuidar |
Enfermeiros |
44 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
A Prática do Cuidar em Medicina Paliativa |
Enfermeiros |
60 |
Objetivos e Conteúdo programático – link |
|
Avaliação e Melhoria Continua nos Cuidados de Enfermagem |
Enfermeiros |
36 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE), versão 1.0 |
Enfermeiros |
24 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
|
Classificação Internacional para a Prática de Enfermagem (CIPE) e Sistemas de Informação em Enfermagem |
Enfermeiros |
18 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Formação para formadores em Prevenção e Controlo de Infecção Associada aos Cuidados de Saúde (IACS) |
Enfermeiros |
6 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Gestão da Doença Crónica |
Enfermeiros |
40 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) |
Enfermeiros |
30 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Prevenção da Infecção Urinária (IU) em doentes internados |
Multiprofissional |
6 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Prevenção das Infecções Associadas aos Cuidados de Saúde (IACS) – Monitorização e gestão dos doentes com estirpes epidemiologicamente importantes, nos serviços |
Multiprofissional |
12 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Prevenir a Sindroma da Imobilidade |
Enfermeiros |
43 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Medicina Paliativa – abordagem multidisciplinar |
Multiprofissional |
40 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Adaptação à Vida Profissional |
Enfermeiros |
25 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
Quadro 1 - Formação para Enfermeiros
|
Designação da Acção de Formação |
Destinatários |
Nº Horas |
Informação complementar |
|
Boas Práticas de Atendimento no CHLN |
Assistentes Operacionais |
21 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
|
Boas Práticas de Atendimento no serviço de Urgência Central |
Assistentes Operacionais |
21 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
|
Formação para Assistentes Operacionais - atualização |
Assistentes Operacionais |
68 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Técnicas de Trauma para Assistentes Operacionais |
Assistentes Operacionais |
16 |
Objetivos e Conteúdo Programático – link |
|
Formação Básica para Assistentes Operacionais |
Assistentes Operacionais |
75 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
|
Formação Inicial para Assistentes Operacionais |
Assistentes Operacionais |
35 |
Objetivos e Conteúdo Programático - link |
Quadro 2 – Formação para Assistentes Operacionais
Cronograma da formação organizada pelo GFIE para 2012 (Previsão) - link
A publicitação das atividades formativas promovidas pela DE e desenvolvidas em articulação com o Centro de Formação do CHLN é efetuada através da informação contida no respetivo Cartaz e Boletim Informativo:
Os procedimentos para a sua frequência incluem:
O processo de selecção implica:
São estabelecidos como critérios de preferência:
A lista de seleccionados é afixada no placard do Centro de Formação, na data prevista para cada uma das atividades e divulgada por e-mail para os respectivos serviços.
Para além das actividades formativas desenvolvidas em articulação com o Centro de Formação implementam-se concomitantemente outras ações consideradas pertinentes e de interesse para a Organização e DE, cuja divulgação é efectuada pelo GFIE directamente para todos os serviços por e-mail e através do info-mail.
Dados Relativos a Ações de Formação realizadas e incluídas nos Planos de Formação da DE

Ciclo de Encontros "Pensar Enfermagem: Uma Janela Aberta para o Futuro"
|
HSM |
||||||
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2010 |
Participantes |
2011 |
Participantes |
2012 |
Participantes |
|
|
A Utilidade da Governação Clínica |
71 |
Modelo de desenvolvimento profissional |
78 |
O processo educativo do cuidador da pessoa com AVC - 31 Janeiro |
32 |
|
|
UMAD - Um Projecto na área dos Cuidados Continuados em Pediatria |
24 |
Da infância à idade adulta - Continuidade de cuidares na Fibrose Quística |
28 |
Cuidar a pessoa com ferida infectada - Uma experiência no serviço REME - 21 de Março |
17 |
|
|
|
|
Informação ao doente oncológico. Validação da versão portuguesa do questionário EORTC QLQ - INFO26 - 24 de Março |
41 |
Indicadores da qualidade dos cuidados de enfermagem - Úlceras de Pressão e Quedas - 19 de Abril |
68 |
|
|
|
|
Efectividade da intervenção multidisciplinar em cuidados paliativos - 25 de Maio |
30 |
O exercício do poder nos cuidados de enfermagem: Os cuidados de higiene - 06 de Junho |
39 |
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|
|
A acreditação da idoneidade formativa dos contextos da pática clínica - 28 de Outubro |
30 |
|
|
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Apresentação dos Projectos Elaborados no Âmbito do Curso de Gestão de Projectos - 16 de Novembro |
60 |
|
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|
|
Apresentação dos Projectos Elaborados no Âmbito do Curso de Gestão de Projectos - 23 de Novembro |
76 |
|
|
|
|
|
|
Apresentação dos Projectos Elaborados no Âmbito do Curso de Gestão de Projectos - 30 de Novembro |
72 |
|
|
|
|
HPV |
||||||
|
2010 |
Participantes |
2011 |
Participantes |
2012 |
Participantes |
|
|
A Utilidade da Governação Clínica |
38 |
Modelo de desenvolvimento profissional - 21 de Janeiro |
56 |
O exercício do poder nos cuidados de enfermagem: Os cuidados de higiene - 15 de Fevereiro |
51 |
|
|
A Proximidade da Morte, o Morrer e o Luto nas Culturas Hindu e Muçulmana: Cuidados Competentes em Fim de Vida - Uma Experiência |
45 |
Informação ao doente com cancro - 30 de Março |
32 |
O processo educativo do cuidador da pessoa com AVC - 28 de Fevereiro |
40 |
|
|
|
|
|
|
Indicadores da qualidade dos cuidados de enfermagem - Úlceras de Pressão e Quedas -18 de Abril |
77 |
|
|
TOTAL |
178 |
TOTAL |
503 |
TOTAL |
324 |
|
Participação no Ciclo de Encontros “Pensar Enfermagem: uma janela aberta para o futuro”

Colaboração na formação inicial e pós-graduada de enfermeiros e outros profissionais

Concessão de licença para formação
A concessão de licença para formação enquadrou-se no preconizado no artigo 20º do DL. 248/ 2009 de 22/9 e tem, prioritariamente, sido atribuida para a frequência de cursos de formação complementar ou de atualização profissional no âmbito da Enfermagem Clínica e da Gestão, tendo em vista a qualificação dos profissionais, a adequação às necessidades em cuidados e a garantia da qualidade dos mesmos.
|
CHLN |
ANOS |
|
|
2010 |
2011 |
|
|
Horas de Formação |
12642 |
13202,5 |
|
Número de Profissionais |
465 |
352 |