À Comissão de Catástrofe e Emergência Interna compete apoiar os orgãos de administração em tudo o que respeita ao bom desempenho das suas atribuições na matéria, designadamente:
• Assegurar a articulação e colaboração com o Serviço nacional de Protecção Civil;
• Promover a elaboração dos planos de catástrofe e de emergência interna, programando a actuação do Centro Hospitalar nas situações de maior risco potencial na área do concelho de Lisboa;
• Manter estreita colaboração e contacto, se possível, com os centros operacionais de protecção civil nacionais e regionais, com as cooperações de bombeiros, Cruz Vermelha, etc., quando for caso disso;
• Organizar acções de prevenção, informação e sensibilização dos funcionários do Centro Hospitalar de forma a mobilizá-los para situações de catástrofe;
• Promover a realização, pelas entidades tecnicamente competentes, de vistorias às instalações do Centro Hospitalar, tendo em vista a verificação de condições de segurança ou condições propiciadoras de catástrofes.
A Comissão de Catástrofe e Emergência Interna funciona com um máximo de seis membros, entre eles o coordenador, o qual detém voto de qualidade e todos nomeados pelo Conselho de Administração.
Ulcerações em qualquer localização da boca que não curem em duas semanas
Presença de calosidades (dureza) ou tumefacção (massa ou inchaço) na boca, cara ou pescoço
Manchas fixas, de cor branca, vermelha ou negra na boca
Sangramento anormal em qualquer local da boca
Dificuldade em engolir, mastigar ou falar
Dor, formigueiro ou secura da boca, sem causa aparente
Infecções crónicas da boca
Feridas que não cicatrizam normalmente (após extracções dentárias, etc.)
Quem apresente algum sinal ou sintoma de alerta
Quem esteja mais exposto aos factores de risco - higiene oral deficiente, álcool, tabaco, associação de factores, etc.
Os homens com mais de 40 anos
Quem apresente lesões pré-malignas na boca (leucoplasia, líquen plano, etc.)
O cancro duma forma geral tem aumentado a sua frequência na população, incluindo o cancro oral.
Actualmente Portugal é um dos países Europeus com maior incidência de cancro oral.
O cancro oral tem bom prognóstico e pode curar-se, sempre que o diagnóstico e os tratamentos sejam precoces (lesão com tamanho inferior a 2 cm).
O cancro oral pode aparecer em qualquer local da cavidade oral (lábios, língua, bochechas, véu do paladar, gengiva)
Tabaco ou Álcool
Tabaco + Álcool
(multiplica o risco quando combinados)
Má Higiene Oral
Dentes ou próteses que magoem a mucosa, lábios ou língua
Calor local
(segurar cigarros acesos com os lábios ou fumar cachimbo)
Pressão Local
(próteses mal adaptadas ou outros objectos que pressionem excessiva e repetidamente a mucosa oral, lábios ou língua)
Exposição Excessiva ao sol
(sem uso de cremes com factor de protecção)
Dieta desequilibrada
(sem fruta ou verduras frescas, rica em produtos com conservantes ou outros químicos - etc.)
Infecções crónicas da boca
(vírus, fungos, etc.)
Vá ao Estomatologista pelo menos uma a duas vezes por ano mesmo que não tenha nada de anormal.
O seu Estomatologista encarregar-se-á de zelar pela sua Saúde Oral.
Informação disponibilizada pelo Serviço de Estomatologia do CHLN
O melhor conselho para uma mulher que pensa engravidar é que faça um check-up completo dentário com o seu Médico Estomatologista
Perguntas mais frequentes:
Sim.
De preferência, as consultas devem realizar-se no 2º trimestre (entre o 4º e o 6º meses) de gravidez.
Sim.
Porque o período é muito importante no desenvolvimento fetal, os tratamentos devem ser evitados no 1º trimestre. No 3º trimestre, as visitas e tratamentos, apesar de possíveis, podem ser desconfortáveis e a ansiedade pode induzir complicações pré-natais, principalmente, se próximo da data prevista do parto.
Sim.
As grávidas com doença gengival correm o risco do seu bebé nascer mais cedo e mais pequeno. A doença gengival manifesta-se sobretudo por sangramento gengival ou dentes a abanar.
Efectuando escovagem e uso de fita dentária regularmente.
Tendo uma dieta equilibrada com pouco conteúdo de açucares.
Visitando regularmente o Médico Estomatologista.
As alterações fisiológicas que normalmente ocorrem durante a gravidez, nomeadamente alterações hormonais, podem desencadear alterações na saúde oral, que na sua maioria regridem após o parto, como é o caso da gengivite gravídica, um processo inflamatório cuja sintomatologia inclui gengivas avermelhadas, inflamadas e com hemorragia, e que resulta da acumulação de placa bacteriana nos dentes.
A gengivite gravídica ocorre devido ao aumento do nível de hormonas que potenciam a forma como as gengivas reagem a produtos inflamatórios da placa bacteriana. No entanto, é a placa bacteriana, e não a alteração hormonal, que é a principal causa da gengivite.
Por vezes a gengivite manifesta-se num determinado local da gengiva com o aparecimento de um granuloma como o da figura 1
Não se esqueça que o tabaco aumenta o risco de gengivite.
Manter os dentes limpos, sobretudo junto à linha gengival, ajuda a reduzir e a prevenir a gengivite durante a gravidez.
É frequente o desenvolvimento acelerado de cáries preexistentes ou de novas cáries, dadas as alterações salivares e gengivais, que podem atingir rapidamente a polpa dentária provocando desconforto, dor e finalmente abcessos.
Não.
É crença popular e um mito a perda de cálcio e de dentes provocados pela gravidez. Mesmo com dieta pobre em cálcio, há reservas suficientes nos ossos. A perda de dentes é causada pelas cáries ou doença periodontal.
Os sistemas de captação digital provocam menor exposição à Radiação X. Mas mesmo com sistema convencional podem realizar-se radiografias periapicais durante a gravidez desde que se efectuem com os cuidados necessários como a utilização de aventais de chumbo.
Informação disponibilizada pelo Serviço de Estomatologia do CHLN
Dr. Rebocho Vaz
Dra. Cecília Caldas
Dr. António Capelo
Respostas a Perguntas Frequentes:
Elemento químico electronegativo que se encontra na natureza (solo, água, ar) e também nos alimentos (cereais, peixe, vegetais, etc.).
As bebidas constituem o maior aporte diário individual de ingestão de flúor, de que a água representa mais de 50%.A quantidade ingerida depende neste caso: da concentração de flúor na água, da idade da pessoa, das condições climáticas e da dieta.
Saiba junto da Autoridade de Saúde da sua área de residência, o teor de flúor da água de abastecimento local.
A concentração de flúor nos vegetais e na fruta, varia entre 0,1e 0,4mg/kg.
A carne contém 0,2 a 1 mg/kg de flúor.
O peixe, como a sardinha e o salmão podem chegar a ter um teor de flúor acima de 40mg/kg.
Em média, os índices de flúor ingerido diariamente na alimentação, variam entre 0,2 e 3,4mg/kg.
Os iões flúor substituem os radicais hidroxilos da hidroxiapatite (constituinte dos dentes e dos ossos), formando a fluorapatite. Há deste modo incorporação no esmalte durante a mineralização. A fluorapatite é um mineral mais resistente aos agentes que provocam a cárie dentária. Hoje valoriza-se a acção local do flúor, promotora de remineralização pela captação preferencial de cálcio. O flúor possui também acção anti-bacteriana.
Sim, mas apenas quando ingerido em quantidade elevada. Se seguir as recomendações do seu Médico Estomatologista, as doses de flúor não são tóxicas, melhorando a resistência à cárie dentária. A toxicidade existe sobretudo na fase em que os dentes se estão a formar (fase pré-eruptiva), portanto antes de serem visíveis na cavidade oral.
Deve, porque tem uma acção preventiva e terapêutica importante da cárie dentária.
Redefinição com base na evidência científica de que a acção preventiva é predominantemente pós-eruptiva e tópica.
Na grávida – Administração de flúor na grávida para benefício dentário da criança:
NÃO é actualmente recomendada. A grávida deve no entanto manter uma cuidada escovagem dentária com pasta dentífrica fluoretada.
Na criança – Suplemento de flúor por ingestão oral:
NÃO recomendado, excepto a partir dos 3 anos quando haja elevado risco de cárie e o teor na água de abastecimento público seja inferior a 0,3 ppm. Neste caso e excepcionalmente, 0,25mg diários de fluoreto de sódio.
– Pasta dentífrica com teor de flúor entre 1000 e 1500 ppm, na quantidade mínima (tamanho da unha do quinto dedo da mão da criança), pelo menos duas vezes ao dia.
– Bochechos fluoretados, recomendados só a partir dos 6 anos, com periodicidade quinzenal de solução de fluoreto de sódio a 0,2%.
No adulto – Recomendado o uso de pasta dentífrica fluoretada (1000-1500 ppm), pelo menos duas vezes ao dia.
Leia atentamente a informação contida no rótulo da embalagem, e concretamente a concentração de flúor em partes por milhão (ppm).
Alteração da estrutura do dente em formação, causada pela ingestão excessiva e prolongada de fluoretos.
Manchas opacas do esmalte dentário, por vezes estriadas e de cor amarelo-acastanhada.
Nota: há outras formas de utilização do flúor, de indicação individual ou comunitária, não contempladas nesta folha informativa.
Informe-se com o seu Médico Estomatologista
Informação disponibilizada pelo Serviço de Estomatologia do CHLN
Director: Professor Doutor Francisco Salvado e Silva
Responsáveis pela Informação: Professor Doutor Ivo Álvares Furtado e Dr.ª Maria Fernanda Lança
A CIRURGIA ORAL INCLUI NÃO SÓ AS EXTRACÇÕES DENTÁRIAS SIMPLES E DE DENTES INCLUSOS MAS TAMBEM QUISTOS, TUMORES, BIÓPSIAS ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO ETC. ETC.
DEPOIS DE EFECTUAR UM ACTO CIRÚRGICO NA CAVIDADE ORAL E PARA QUE NÃO TENHA COMPLICAÇÕES NO PERÍODO APÓS A CIRURGIA DEVE CUMPRIR AS SEGUINTES REGRAS
Deve ser efectuada imediatamente após a refeição. Escove individualmente cada dente.
Deve trocar de escova dentária todos os meses.
Aparelhos Removíveis
Os aparelhos removíveis, geralmente são utilizados no tratamento preventivo, intersectivo ou introdutório. São também utilizados na contenção.
Quem usa aparelho removível deve ter duas escovas; uma escova para escovar os dentes de cabeça pequena e cerdas macias, e outra para o aparelho, para evitar que microrganismos de materiais diferentes passem de um para o outro.
Depois de muito bem escovado com pasta de dentes, o aparelho deve ser enxaguado com água e colocado na boca.
Para guardar, nunca deixe de molho na água sem adicionar um desinfectante.
Aparelho Fixo
Os aparelhos fixos geralmente são utilizados no tratamento correctivo.
Quem utiliza aparatologia fixa nas arcadas dentárias deve utilizar uma escova ortodôntica, que é uma escova especial; parece uma escova comum, mas as cerdas centrais são menores.
Terá que escovar os dentes e assim como as bráquetes.
Para maximizar a limpeza das bráquetes é recomendável o uso de uma escova de tufo – com que pode alcançar todas as partes do aparelho.
O seu médico ensinar-lhe-á a utilizar a fita dentária de extremidade dura nos espaços interdentários com aparelho fixo; é como enfiar uma linha numa agulha.
Poderá também utilizar um porta-fios de plástico semi-rígido.
Poder-se-á utilizar ainda uma escova interproximal.
Após a colocação da aparatologia fixa o doente não deverá utilizar os dentes incisivos para cortar os alimentos, como: cenouras, maçãs, sanduíches, etc.
Deve cortar todos os alimentos em pedacinhos e mastigar com os dentes posteriores.
Deve evitar comer alimentos pegajosos ou muito fibrosos, como pastilhas elásticas, gomas, manga, etc.
Após a colocação do aparelho ortodôntico fixo pela primeira vez, é natural, que possa ter dores e a sensação de que os dentes vão cair. Asseguramos-lhe que não cairão! Sossegue!
Poderá sentir-se mais confortável ao comer, nos primeiros três dias, uma dieta mole, passando progressivamente para a ingestão de alimentos mais duros.
Nas primeiras horas após a activação dos aparelhos ortodônticos, é possível ter um ligeiro desconforto.
Habitualmente, não há necessidade de recorrer à toma de analgésicos, como ao Paracetamol.
Caso a dor persista mais de um dia e meio , deve contactar o seu ortodoncista, médico estomatologista ou dentista.
Deve fazer bochechos diariamente com soluções fluoretadas.
Em caso de dúvida não hesite em contactar-nos.
Caso perca alguma peça do aparelho, ou fizer alguma ferida na cavidade oral, ou fracture o fio, telefone imediatamente para nós para aconselhamento ou antecipação da consulta e nunca remova, por sua livre inicativa, o aparelho por conta própria.
Caso alguma peça do aparelho o/a magoe coloque um pouco de cera ortodôntica, que pode encontrar em qualquer farmácia.
Alimentos pegajosos como pastilhas elásticas, gomas, caramelos, sugos, etc.
Alimentos ricos em fibras como mangas, ananás, abacaxi, pipocas e outros.
Não mastigue cubos de gelo.
Alimentos líquidos que tenham na sua composição química ácidos. Poderá degluti-los com auxílio de uma palhinha evitando, assim, que ‘banhem’ os dentes.
Evite roer as unhas, lápis ou outros.
Evite brincar com o aparelho.
Informação disponibilizada pela Unidade de Ortopedia Facial e Ortodôncia do CHLN, Hospital de Santa Maria
Dra. Maria João Alves de Castro, Dr. Manuel Martins Lopes
Contacto: 217805000/9265344851 Extensão 51050
A endocardite infecciosa é uma infecção do endocárdio, sendo as válvulas as estruturas mais envolvidas. É relativamente rara, tendo no entanto complicações frequentes.
Sabe-se que 50% das EI ocorrem em idosos com idade superior a 60 anos, havendo uma incidência anual de 31 casos/milhão.
Diversos eventos causam e promovem a endocardite infecciosa. A lesão (mecânica ou inflamatória) da superfície endocárdica induz de forma progressiva a aderência de plaquetas e de fibrina, as quais podem reter bactérias, conduzindo a um crescimento microbiano adicional protegido pela placa inflamatória.
Classificação da endocardite:
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1) Endocardite infecciosa em válvula nativa |
Os riscos incluem cardiopatia congénita ou reumática, e a doença valvular degenerativa. |
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2) Endocardite infecciosa em prótese valvular |
Ocorre com as válvulas biossintéticas ou mecânicas. Precoce – surge nos primeiros 2 meses após substituição valvular, predominando Staphylococcus aureus e S. epidermidis. Tardia - mais de 2 meses após substituição cirúrgica. (Predomina infecção estreptocócica e bactéria gram-negativa) |
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3) Endocardite infecciosa no toxicodependente (mais observada nos jovens) |
Há envolvimento da válvula tricúspide em mais de 50% dos casos.
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4) Endocardite infecciosa nosocomial |
Associada à utilização de dispositivos IV e intracardíacos (pacemakers, acessos para hemodiálise….). |
Profilaxia da endocardite infecciosa:
A profilaxia da EI deve ser realizada em portadores de doenças cardíacas associadas a elevado risco de E.I., tais como: prótese valvular, endocardite infecciosa prévia, cardiopatia congénita cianótica não corrigida ou nos 6 meses após a reparação; e nos receptores de transplante cardíaco com valvulopatia.
Os antibióticos continuam a constituir a base da prevenção da E.I. nos doentes com risco mais elevado.
A profilaxia deve ser feita 30 a 40 minutos antes da intervenção, podendo ser administrada até 2 horas após, em intervenções que envolvam manipulação da gengiva, região periapical ou perfuração da mucosa oral.
|
SITUAÇÃO |
ANTIBIÓTICO |
DOSE |
|
Oral |
Amoxicilina |
2gr |
|
Intolerância oral |
Ampicilina Cefazolina ou Ceftriaxone |
2gr IM ou EV 1gr IM ou EV |
|
Alergia à penicilina (Oral): - Inespecífica
- Verdadeira |
Cefalexina ou Clindamicina Clindamicina ou Azitromicina ou Claritromicina |
2gr
600mg 600mg 500mg |
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Alergia à penicilina com intolerância. oral: - Inespecífica - Verdadeira |
Cefazolina ou Ceftriaxone Clindamicina |
1gr IM ou EV 600mg IM ou EV |
Em doentes já medicados com antibióticos, deve ser administrado um antibiótico de classe diferente em vez de dose superior (utilizar Clindamicina, Azitromicina ou Claritromicina).
Em doentes submetidos a cirurgia cardíaca deve ser feita préviamente tratamento dentário completo sob vigilância de um Estomatologista.
( elaborado por Enfª Conceição Simões, Dr. António Capelo)
Referências:
Basil E. Akpunonu,MD ; Samih Bittar, MD; Richard C. Phinney, MD; Mohammed Taleb, MD – «Prevenção da endocardite infecciosa: as novas orientações da American Heart Association e o idoso». Geriatrics. 2009.5, 26: 43-52.
Índice das Políticas Aprovadas
O protocolo e o acordo adicional celebrados entre o Hospital de Santa Maria, E.P.E. e a Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP) definiram os objectivos de um estudo que está a ser desenvolvido com vista à avaliação da produção e à avaliação do desempenho hospitalar no sentido de aprofundar o conhecimento da actividade a nível do internamento no Hospital.

Diretor: Dra. Alexandra Costa
Ext.: 99891
Ermelinda Maria Lourenço Silva – Técnica Superior
Telm.: 92 542 2886 Ext.: 92886
Carmen Dolores Janeiro Borrelfo – Assistente Operacional
Catarina Cruz Batista Dinis Fernandes – Assistente Operacional
Maria de Fátima Latas Cândido - Assistente Operacional
Maria Manuela Soares Joaquim – Assistente Técnica
Rita Isabel Justino Morais – Assistente Técnica
Coordenadores para as atividades formativas desenvolvidas em articulação com a DE/GFIE:
Rosa Maria Barata Rodrigues
Vanessa Cristina Rato Lotra
| Telefone HSM: | 21 780 5108 |
| Fax HSM: | 21 780 5603 |
| Telefone HPV: | 21 754 8061 |
| Correio eletrónico: | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. |
HSM - das 9 horas às 17 horas
HPV - das 9 horas às 13 horas e das 14 horas às 16 horas e 30 minutos
O Centro de Formação do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte está localizado no Piso 8 do HSM, Elevador n.º 6.
O CF tem uma extensão no HPV localizada entre o Serviço de Instalações e Equipamentos e o Serviço de Anatomia Patológica.
O CF do CHULN é uma unidade funcional técnica e científica que desenvolve formação profissional, assumindo a Qualidade como um fator chave da sua cultura e do seu funcionamento.
O CF do CHULN é acreditado pela Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS) através do processo de renovação n.º015719-10-2000 e despacho ministerial de 26-01-2001. Obteve a acreditação pela Direcção-Geral do Emprego e das Relações do Trabalho (DGERT) em 09 de setembro de 2009.
Com a publicação da Portaria n.º851/2010 de 06 de setembro, todas as entidades públicas formadoras na área da saúde e acreditadas pela DGERT, passam a ser exclusivamente acreditadas pela ACSS. Ou seja, o CF é identificado como entidade equiparada a certificada pela DGERT, de acordo com o artigo 4.º da mesma portaria.
Desenvolve formação reconhecida por entidades externas, nomeadamente pelo IEFP e pelo Colégio de Pediatria e Neonatologia da Ordem dos Médicos.
Com a aprovação da Norma Portuguesa NP 4512:2012, o Centro de Formação adotou o Sistema de Gestão da Formação Profissional, incluindo aprendizagem enriquecida por tecnologia (também designada por TEL – Technology Enhanced Learning) como os requisitos a aplicar nos produtos de formação profissional que fornece através da sua atividade formativa. Esta decisão estratégica, focada na eficácia do sistema de gestão da formação profissional é consolidada a 25 de Julho de 2016 com a certificação, reconhecendo o cumprimento dos requisitos da respetiva Norma.
O Centro de Formação do CHULN dispõe de um Sistema de Gestão da Formação Profissional certificado de acordo com a norma NP4512:2012 pela APCER.
O Centro de Formação depende diretamente do Conselho de Administração.
No âmbito da sua atuação do CF presta serviços de formação profissional e desenvolve a sua atividade em todas as fases do Ciclo Formativo:
Diagnóstico de necessidades de formação, conceção, desenvolvimento e inovação de produtos de formação, planeamento e organização de ações de formação, execução de ações de formação, avaliação e /ou certificação de aprendizagens.
O CF desenvolve formação nas seguintes áreas de educação e formação, definidas pela Portaria 256/2005 de 16 de março:
O Centro de Formação do CHULN tem como missão:
O Centro de Formação (CF) do Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte (CHULN) pretende ser uma entidade formativa, estrategicamente dinamizadora de uma Cultura de Qualidade.
Estando integrado na maior instituição prestadora de cuidados de saúde do Serviço Nacional de Saúde, tem seguramente recursos muito importantes e valiosos, que podem e devem ser utilizados numa formação com qualidade e com impacto dentro e fora da Instituição. Pretendemos ser uma organização de excelência, reconhecida pelas várias instituições, liderando a formação a nível dos centros de formação hospitalares, trabalhando sempre com qualidade visando a melhoria continua.