Consulte o programa em anexo
Na existência de João Carlos Alves, de 52 anos, há um antes e um depois de 10 de Agosto de 2017, o dia em que o Professor Doutor Ângelo Nobre, director do serviço de Cirurgia Cárdio-Torácica do Centro Hospitalar Lisboa Norte, entrou no bloco operatório para lhe abrir o peito e reparar o coração que começava silenciosamente a dar sinais de fragilidade.
Foram 65 minutos de total concentração, até porque naquela sala não se estava somente a realizar uma cirurgia de substituição da válvula aórtica – estava a fazer-se história, uma vez que a técnica utilizada era inédita em Portugal: João era, apenas, o sexto doente mundial a quem era implementada a “Inspiris”, uma válvula biológica que promete mais tempo e mais qualidade de vida aos doentes com estenose vascular aórtica.
“Fomos o quarto centro do mundo a implementar esta técnica”, afirma o Professor Doutor Ângelo Nobre, com 58 anos, a maioria dos quais dedicados a uma carreira de sucesso que começou em Lisboa, mas também passou pelo RoyalLiverpool Children’s Hospital, em Inglaterra, onde viveu entre 1989 e 1991.
A cirurgia correu tão bem que quatro dias depois João Alves já tinha regressado a Vila Nova de Santo André, em Santiago do Cacém, onde tudo começou de modo surpreendente: tal como fazia regularmente, o militar da Guarda Nacional Republicana (GNR) consultou o seu médico de família no sentido de fazer exames rotineiros. “Ao auscultar-me, disse-me que sentia alguma coisa estranha na minha respiração e mandou-me fazer um electrocardiograma”, diz. Inicialmente não valorizou excessivamente a preocupação do médico. Afinal, não sentia dores nem sequer dificuldade em respirar – o que quer que tivesse (se realmente tivesse alguma coisa) estaria bem escondido.
Mas os resultados deixaram-no em estado de alerta. Sofria de estenose vascular aórtica, que é um nome complicado para designar algo que na verdade é bastante simples: acontece quando a válvula aórtica fica progressivamente mais rígida, o que dificulta a sua abertura plena, e portanto cria um obstáculo à saída do sangue do coração para o corpo. O ventrículo esquerdo adapta-se numa primeira fase, tentando vencer esse obstáculo e, à semelhança do que acontece com os músculos dos braços de um atleta que levanta pesos, a massa muscular do ventrículo aumenta (hipertrofia) de forma a proporcionar uma contração tão forte que consiga vencer a barreira que a estenose aórtica impõe. Em fases mais avançadas, o ventrículo já não consegue vencer esse obstáculo e enfraquece, dilatando e perdendo a força de contração. Segundo Ângelo Nobre trata-se de “um problema grave que, no limite, pode provocar morte súbita”. Razão pela qual, assim que analisou o doente, lhe recomendou a aplicação da “Inspiris”. “O paciente era uma pessoa jovem e activa; precisava de uma solução que fosse durável e que lhe permitisse continuar a trabalhar”, sublinha o médico. A alternativa à opção escolhida era a aplicação de uma prótese tradicional, que é eficaz, mas que obriga o doente a uma dieta muito rígida e à toma quase milimétrica de anti-coagulantes.
João aceitou de imediato a proposta do clínico e hoje, passados 4 meses, não está nada arrependido. “Sinto-me bem e confiante. É um alívio muito grande pensar que está tudo funcional com o meu coração.”
Natural de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco, o militar da GNR cresceu no seio de uma família com grandes dificuldades. Quando saiu da tropa, que fez em Santa Margarida, tinha duas possibilidades: “Ou ia trabalhar para as obras ou me inscrevia para entrar na GNR.”
Tinha apenas o 9º ano de escolaridade. O dia em que o informaram de que entrara na GNR é uma boa recordação – quase tão boa como a do nascimento dos seus dois filhos, Nadine Alexandra, hoje com 26 anos, e Ricardo Alexandre, o mais novo, que tem 20 anos.
A filha decidiu seguir-lhe as pisadas. É agente da Polícia de Segurança Pública e tem toda uma carreira à sua frente. “Fico feliz por ela, uma vez que eu estou quase a terminar”, afirma João Carlos Alves que espera entrar na reserva daqui a 3 anos com um coração suficientemente forte. Um coração renovado que aguente também as caminhadas que quer fazer de braço dado com Maria José, a mulher que escolheu para viver.
Administrador Hospitalar
Dra. Mónica Lopes dos Reis
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Designação do Projeto | Eficiência Energética nos edifícios da Administração Pública Central
Designação da Candidatura | Eficiência Energética no Hospital de Santa Maria em Lisboa
Código do Projeto | POSEUR-01-1203-FC-000017
Objetivo principal | Apoiar a transição para uma economia de baixo teor de carbono em todos os setores
Região de intervenção | Lisboa
Entidade beneficiária | CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE EPE
Data de aprovação | 2017-05-22
Data de início | 2016-06-01
Data de conclusão | 2020-03-31
Custo total elegível | 15.693.253,16 €
Apoio financeiro da União Europeia | 14.908.590,50 €
Descrição da Candidatura
O Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), apresentou uma candidatura a fundos comunitários, no valor de 15 milhões de euros ao PO SEUR, para eficiência energética das suas infraestruturas no Hospital de Santa Maria.
Atualmente o Hospital de Santa Maria que tem uma área útil do edifício de 125.504 m2, atende, anualmente, cerca de 1.200.000 utentes, possui mais de 6.000 colaboradores, gastou, no ano de 2016, 23 GWh em energia elétrica e 1,8GWh em gás natural perfazendo, aproximadamente, 25 GWh. Estes valores, em termos anuais, traduzem-se em 3 milhões de euros em gastos com energia.
O projeto de candidatura na área de eficiência energética contempla 2 vertentes distintas, uma que está relacionada com a substituição e/ou reconversão de equipamentos, por outros equipamentos novos, mais eficientes, e outra vertente, mais ecológica, e que está relacionada com a produção de energia elétrica para autoconsumo e a produção de AQS, com recurso a painéis solares térmicos. Os painéis solares fotovoltaicos serão instalados em 6.300 m2, com uma capacidade de 1020 kWp, estimando-se uma produção, exclusiva para autoconsumo de 1.549.572 kWh/ano.
Esta candidatura integra um conjunto de outras medidas, previstas por este Conselho de Administração, com vista a melhorar a eficiência gestionária e que integra também o projeto de uma reprogramação física e organizacional do Hospital de Santa Maria, que implicará algumas obras e remodelações, algumas já em curso, com o objetivo de otimizar os recursos e os espaços disponíveis para melhor servir o cidadão, que opta por nos confiar a sua vida e a sua qualidade de vida, em termos de prestação de cuidados de saúde de excelência.
Objetivos
Poupança de energia com aplicação das médias constantes no certificado energético que garantam a subida dos dois níveis, com a aplicação de medidas eficientes de melhoria. Por outro lado, as medidas, devem ser financeiramente racionais, apresentando um VAL positivo ao longo do período expresso na candidatura.
A operação descrita nesta candidatura é bastante simples. De acordo com as premissas base de elegibilidade do SEUR foi desenvolvida uma lista de medidas de eficiência energética, que atingem os maiores drivers de consumo energético do Hospital, que i) sobem o nível do certificado energético do Hospital em dois níveis e ii) garantem um racional económico positivo nas condições definidas pelo POSEUR.
Principais Actividades
Esta candidatura prevê, grosso modo, as seguintes medidas de eficiência:
Todas estas medidas serão complementadas com a instalação de um sistema de Gestão Técnica Centralizada, para efetuar o controlo e a monitorização de todo o edifício hospitalar.
Está ainda prevista a instalação de 5 chillers para produção de água quente e fria, 2 chillers ar-ar para picos de consumo e 3 chillers ar-água (com aproveitamento da rejeição de calor da condensação) para funcionamento contínuo. Estes equipamentos produzirão água quente e fria para unidades de tratamento de ar e ventiloconvectores instalados nos serviços. Serão igualmente substituídos os 60 termoacumuladores elétricos existentes, por um sistema de coletores solares térmicos, apoiado por 3 caldeiras que funcionam a gás natural e que produzirão águas quentes sanitárias para a totalidade do edifício.
Fisicamente, implicará algumas alterações à infraestrutura, contudo sem grande impacto visual, com exceção dos vãos envidraçados que serão substituídos. Será criada, no recinto hospitalar, uma Central, onde serão instalados todos os equipamentos de produção de água quente e fria para climatização e igualmente, para produção de águas quentes sanitárias. Será igualmente criada uma rede de distribuição de fluidos térmicos, no piso 02, do edifício principal, e serão também criados os ductos verticais para abastecimento dos serviços, reutilizando os poços dos monta-cargas e dos monta-alimentos que se encontram, atualmente, fora de serviço.
Resultados Esperados / Atingidos
Esta candidatura representará uma poupança anual, em termos energéticos, de cerca de 1 milhão de euros.

Designação da Operação | Aquisição de equipamento de tecnologia avançada para modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica altamente especializada.
Código do Projeto | LISBOA-06-4842-FEDER-000016
Objetivo principal | Promover a integração social e combater a pobreza e qualquer discriminação
Região de intervenção | Lisboa
Entidade beneficiária | CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE EPE
Data de aprovação | 2017-03-13
Data de início | 2017-04-03
Data de conclusão | 2017-11-30
Custo total elegível | 14.712.474,24 €
Apoio financeiro da União Europeia | 7.356.237,12 €
Descrição da Candidatura
A presente operação a implementar pelo Centro Hospitalar Lisboa Norte, E.P.E. consiste na aquisição de equipamento de tecnologia avançada para modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica altamente especializada que visam atenuar as fragilidades prioritárias do CHLN, nomeadamente nas áreas da oncologia, radioterapia, cardiologia, cardiologia de intervenção, imagiologia e medicina intensiva com o objetivo de melhorar a qualidade de diagnóstico e tratamento, enquadra-se na Prioridade de Investimento 9.7 (9a) – Investimento na saúde e nas infraestruturas sociais que contribuam para o desenvolvimento nacional, regional e local, para a redução das desigualdades de saúde, para a promoção da inclusão social através de melhor acesso aos serviços sociais, culturais e de recreio, assim como para a transição dos serviços institucionais para os serviços de base comunitária.
A aquisição dos referidos equipamentos permitirá ao CHLN apostar na manutenção e promoção da qualidade e diferenciação dos cuidados prestados através da modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica em áreas prioritárias de elevada complexidade, permitindo, deste modo, reduzir as atuais assimetrias de eficiência do CHLN ao nível dos equipamentos, contribuir para a sustentabilidade e criação de valor da sua atividade, assim como aumentar a capacidade de atrair novas competências e novos utentes, nomeadamente no âmbito de um processo integrado de contratualização de serviços com o exterior e de internacionalização.
Objetivos
A presente operação tem como principais objetivos estratégicos:
De forma indireta e através dos resultados proporcionados pelo diagnóstico e terapêutica a operação contribui para alcançar a excelência clínica endógena com impacto positivo na qualidade assistencial e no outcome clínico dos doentes.
Saliente-se que a obtenção de elevados níveis de qualidade e eficiência na prestação de cuidados de saúde no CHLN, contribuirá para o aumento da capacidade de resposta em número de doentes atendidos e para a redução dos tempos de espera, bem como para a adequação e diversificação da oferta do CHLN face aos novos desafios demográficos e epidemiológicos.
Paralelamente, estes equipamentos permitirão ao CHLN reforçar a sua atuação na medicina de precisão e garantir uma resposta terapêutica integrada, melhorando a resposta às necessidades da sua população de referência, através da realização de diagnósticos mais precisos e mais precoces, de tratamentos mais eficazes e com mais segurança para o doente e da aplicação de procedimentos inovadores, bem como proporcionar um maior conforto para o doente, colocando o CHLN num patamar de destaque como instituição de referência a nível nacional e internacional, na prestação de cuidados de saúde e da investigação biomédica, sintonizada com o que é a realidade médica, o desenvolvimento científico e tecnológico, a inovação e a prática médica.
Principais Actividades
Para o alcance dos objetivos traçados, o CHLN tem previsto um conjunto de equipamentos de tecnologia avançada, constituindo diversas ações que serão operacionalizadas da seguinte forma:
Área da Medicina Intensiva e Cirurgia
Área da Gastrenterologia
Área da Imagiologia
Área da Radioterapia
Resultados esperados / atingidos
A presente operação contribuirá, assim, positivamente para afirmar Lisboa como uma região coesa e solidária que assegura as condições de igualdade de oportunidades e de equidade social e territorial e a qualidade de vida das pessoas da Região de Lisboa e até mesmo a nível nacional uma vez que a presente operação irá permitir posicionar o CHLN como uma das unidades hospitalares de referência nacional no que respeita à inovação e qualidade dos meios de diagnóstico e terapêutica, contribuindo para a redução das desigualdades de saúde e o melhor acesso aos serviços de saúde.
Os equipamentos a adquirir com a presente operação permitirão dotar o CHLN e consequentemente o SNS de capacidade de resposta, quer para diagnóstico, quer para terapêuticas, permitindo também dispor de respostas internas a necessidades que atualmente são solicitadas ao exterior e/ou a entidades privadas. Destacam-se as seguintes áreas de atuação:
Deste modo, a operação encontra-se perfeitamente enquadrada na tipologia de investimento “Aquisição de equipamentos de tecnologia avançada essenciais ao funcionamento de unidades do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente nas áreas da oncologia, cardiologia e oftalmologia, que permita a modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica altamente especializada; e eventuais adaptações físicas necessárias à instalação do equipamento”, na medida em que com a aquisição destes equipamentos o CHLN conseguirá reforçar a sua atuação na medicina de precisão e garantir uma resposta terapêutica integrada, melhorando a resposta às necessidades da sua população de referência, através da realização de diagnósticos mais precisos e mais precoces, de tratamentos mais eficazes e com mais segurança para o doente e da aplicação de procedimentos inovadores, bem como proporcionar um maior conforto para o doente.

Designação do Projeto | PCE - Processo Clínico Eletrónico
Código do Projeto | POCI-02-0550-FEDER-012276
Objetivo principal | Melhorar o acesso às tecnologias da informação e da comunicação, bem como a sua utilização e qualidade
Região de intervenção | Lisboa
Entidade beneficiária | CENTRO HOSPITALAR LISBOA NORTE EPE
Data de aprovação | 2016-01-18
Data de início | 2015-06-01
Data de conclusão | 2017-12-31
Custo total elegível | 2.999.656,74€
Apoio financeiro da União Europeia | 1.708.304,51€
Objetivos
A operação concorre para a prossecução dos seguintes objetivos e prioridades: Reduzir os custos de contexto através do reforço da disponibilidade e fomento da utilização de serviços em rede da Administração Pública e melhorar a sua eficiência.
Principais atividades
Prestação de cuidados médicos em mobilidade (M-Health) - implementação do Processo Clínico Eletrónico em todos os serviços do CHLN
Laboratórios Clínicos Desmaterializados – revisão dos processos e fluxos de informação, permitindo otimizar os recursos e reduzir os seus custos. Com esta iniciativa pretende-se integrar todos os processos, equipamentos e aplicações para que se comportem como um sistema único, integrado e digital.
Informatização dos blocos operatórios - informatização dos 10 Blocos Operatórios (Queimados UCI, Queimados/Cirurgia Plástica, Otorrinolaringologia, Obstetrícia, Angiologia/Cirurgia Vascular, Oftalmologia, Ginecologia, Broncologia, Urologia e Recobro Central) através da implementação de uma solução informática, permitindo, desta forma, que os registos referentes à anestesia seja efetuado informaticamente
Segurança da Informação - O CHLN pretende promover uma abordagem faseada, que assegure o funcionamento e operacionalidade do processo clínico eletrónico, em alinhamento com o definido no plano sectorial GPTIC para a saúde:
• Auditoria e avaliação da segurança da informação nos sistemas já implementados, com recurso à validação dos controlos contemplados nas boas práticas
• Consultoria e elaboração das políticas e procedimentos a implementar e definição dos controlos relevantes para o CHLN
• Implementação de um conjunto de medidas de segurança - Disaster Recovery, Business Continuity Plan e a Política de Backups, para salvaguarda da informação mais crítica
Resultados esperados / atingidos
À data de 30 de junho de 2017, o projeto apresenta uma taxa de execução de cerca de 65%, encontram-se concluídos os seguintes projetos:
- Implementação do processo clínico eletrónico em 43 serviços
- Renovação da de equipamentos – PCs para equipas médicas, rede wireless, bastidores, switchs, entre outros
- Implementação das medidas de segurança relativas à capacidade de armazenamento de informação e política de backups
Resultados esperados com a candidatura
Trata-se de um investimento de 3 milhões que vai render ao Estado 12 milhões. No quadro seguinte sistematizam-se os valores previstos de poupanças anuais:
Potencial ganho nos atos de registo clínicos e prescrições
Atualmente os profissionais de saúde do CHLN despendem vários minutos no registo de atos clínicos no sistema informático que poderá ser minimizado. Com o Desktop Médico Mobile os atos clínicos ou registo de prescrições passam a ser realizados via aplicação, minimizando o tempo despendido a registar em papel e posteriormente no sistema.
Potencial ganho por redução de reinternamentos
Estima-se que haverá uma redução do número de reinternamentos devido a um melhor diagnóstico e tratamento dos utentes por utilização do Desktop Médico Mobile (sistema integrado de informação clínica). Consequentemente, o centro hospitalar irá incorrer em menos custos com o internamento dos utentes. O potencial ganho para o CHLN será de, aproximadamente, 672 mil euros.
Potencial ganho por desmaterialização dos blocos operatórios
Potencial ganho pela redução da taxa de absentismo dos utentes
Com a presente iniciativa, nomeadamente com a implementação de uma otimização dos processos de gestão integrada do utente, estima-se uma redução substancial da taxa de absentismo a atos clínicos marcados (consultas). O potencial de redução do número de interações presenciais com os Cidadãos em resultado da presente iniciativa estima-se que seja de 7%. Esta redução representa uma diminuição de cerca de 47.283 consultas/ano, equivalente à seguinte poupança anual:
Potencial ganho por desmaterialização do processo clínico
Ponto de Situação do Desenvolvimento das Iniciativas
O desenvolvimento das iniciativas está a decorrer como previsto, apresentando o CHLN, à data de 31 de Janeiro, uma taxa de execução de cerca de 70%.
O ritmo de implementação não foi tão célere como inicialmente previsto, devido a constrangimentos nos processos aquisitivos e disponibilidade de recursos internos, tendo sido apresentado um pedido de prorrogação do prazo de conclusão do projeto para 31 de Dezembro de 2017 (a data inicialmente prevista era 31 de Maio de 2017).
O facto de alguns dos Serviços necessitar de obras e remodelações contribuiu igualmente para que o planeamento inicial não fosse cumprido.
Foram apresentados 3 pedidos de adiantamento contra fatura, um deles já se encontra concluído e o outro encontra-se em análise, que perfazem um total de 1.959.010,18€.
Relativamente às iniciativas propriamente ditas, foram concluídas em 2015, em 2016 e Janeiro de 2017 as seguintes atividades:
Resultados alcançados (à data de 20 de Julho de 2017)
No que respeita a resultados alcançados, é de referir:
Plano de Ação para 2017
O Plano de Acão para 2017 contempla a conclusão das seguintes atividades:

Coordenador: Dr. José António Moreira Alves de Oliveira Guerra
Responsável Cirúrgico pela Transplantação de órgãos: Dr. Lucas Batista
Enfermeiro-chefe: Enfermeira Lurdes Nunes
Secretária de Unidade: Sara Lopo
Tel.: (externo) 217805317
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Localização
Internamento - Piso 9 - Elevadores 9 e 10
Hemodialise - Piso 1
Foi efetuado o 1º transplante renal com rim de dador falecido em Maio de 1989. Foi efetuado o 1º transplante renal com dador vivo em Novembro de 2002. Até 2017, já foram realizados mais de 950 transplantes dos quais 75 com dador vivo.
Centro de Referência para o Transplante Renal desde Maio de 2016
Sobrevivência dos Recetores nos últimos 10 anos, no final do 1º, 3º e 5º ano:1º ano -- 96,4%; 3º ano -- 93,1%; 5º ano -- 88,7%
Sobrevivência do enxerto renal, do recetor censurada para a morte nos últimos 10 anos. No final do 1º, 3º e 5º ano.1º ano -- 95%; 3º ano -- 91,3%; 5º ano -- 86%

Coordenadora: Dra. Soraia Vaz
A Unidade de Gestão Hoteleira tem o seguinte horário de atendimento:
09h00 - 13h00
14h00 - 18h00
A Unidade de Gestão Hoteleira está localizada no piso 0 do edifício “Casa Branca”.
Telefone: 21 780 51 29
Fax: 21 780 56 08
Extensões: 55129, 55136
O Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), Dr. Carlos das Neves Martins, em nome da instituição, felicita publicamente a Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado, Diretora do Departamento de Pediatria, pela sua recente nomeação como membro do Conselho Nacional de Éticas para as Ciências da Vida (CNECV) o que muito orgulha e distingue este centro hospitalar universitário. O CNECV é um órgão independente, que funciona junto à Assembleia da República, com uma função consultiva e emissora de pareceres e reflexões éticas sobre a Vida, em toda a sua fragilidade e complexidade, e que são importantes contributos para os processos legislativos decorrentes no quotidiano do órgão governamental, assumindo a forma de uma “consciência pública” da Sociedade.
Recorda-se ainda que a Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado foi, no passado dia 16 de outubro de 2016, igualmente nomeada para Vice-Presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), um órgão independente, composto por membros provenientes das diversas correntes científicas, económicas e culturais, e que procura encontrar amplos consensos no que alude à política de saúde. É da sua competência efetuar apreciações e emitir pareceres e recomendações sobre temas afetos às políticas de saúde, tal como o Plano Nacional de Saúde, ou sobre a investigação e a inovação em saúde, para além de deter, igualmente, a responsabilidade pelo incremento da análise, participação e do debate público sobre estas matérias fundamentais à sociedade.
Para a Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado, estas duas recentes missões para as quais foi nomeada são, simultaneamente, «Uma honra e uma responsabilidade, pois são dois órgãos independentes do poder político e com uma missão bem definida e importante, na área da saúde».
O Presidente do Conselho de Administração do CHLN, Dr. Carlos das Neves Martins, referiu a propósito destas duas nomeações, com um sentimento misto de orgulho e felicidade profissional, que «Este centro hospitalar universitário sempre foi uma referência no Serviço Nacional de Saúde, em muito pelo valor intrínseco do seu capital humano. Tenho a honra de estar presidente de uma instituição cuja excelência e a qualidade estão ancoradas sobre as competências profissionais, as competências pessoais, sobre o dinamismo e o desprendimento pessoal dos seus profissionais em prol de uma causa maior: a dedicação ao próximo, atributos que revejo na Prof.ª Maria do Céu Machado, reconhecidos publicamente, e que em muito honram e prestigiam a tradição da nossa instituição».
A Prof.ª Doutora Maria do Céu Machado é Diretora do Departamento de Pediatria do Hospital Santa Maria (Centro Hospitalar Lisboa Norte), Professora Catedrática da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL), Membro do Conselho de Escola da Faculdade de Medicina de Lisboa, Membro do Conselho da Universidade de Évora, Vice-Presidente da Academia Portuguesa de Medicina, Vice-Presidente da European Federation of the Academies of Medicine, Vogal do Conselho de Diagnóstico Precoce, e Professora Convidada do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. É ainda Perita da Direção-Geral de Saúde para o Plano Nacional de Saúde, Comissária do Projeto Saúde e Bem-estar da Criança da Fundação Calouste Gulbenkian, Presidente da Associação para as Crianças de Santa Maria, Presidente da Associação de Amigos do Hospital Santa Maria, Membro do Conselho Social da Universidade Lusíada e do Conselho Consultivo da SERES.